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Algumas Coisas que Talvez Devessem Saber Sobre a China

      por Larry Romanoff, March 28, 2022

1960 — A força de trabalho rural voltou a sua atenção dos campos para as fábricas

Os membros das milícias marcham em formação, passando pela Praça Tiananmen, durante o desfile militar que assinalou o 70º aniversário da fundação da República Popular da China, no seu Dia Nacional, em Pequim, China, em 1 de Outubro de 2019. (Foto: Thomas Peter/Reuters)

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Parece que sempre surge o tema da China, somos inundados com as observações, afirmações e conclusões mais espantosas, as quais, quase todas, parecem vir do Espaço Exterior. É óbvio que não pode haver outro assunto, neste planeta, sobre o qual tantas pessoas estão tão surpreendentemente mal informadas e chegam às conclusões mais irrealistas.

Temos um ditado que diz, que depois de passar um mês na China, pode-se escrever um livro; depois de um ano na China, pode-se escrever um capítulo; após cinco anos pode-se escrever um parágrafo, e depois de cinco anos pode-se escrever uma nota num cartão postal – sobre a comida. Esse ditado tornou-se quase uma lenda urbana, mas essencialmente, é verdadeiro. Ainda me lembro do dia em que, ao descer uma rua no centro de Shanghai, depois de ter estado no país durante cerca de um mês, experimentei uma ilusão de tal clareza extrema que disse para mim mesmo: “Podia escrever um livro sobre este lugar”. Não consigo explicar os processos mentais ou sociológicos que se combinam para causar esta ilusão inicial de compreensão e clareza, nem as forças que tão efectiva e progressivamente a desmontam para uma condição em que, quanto mais tempo passamos na China, menos a compreendemos.

E, no entanto, depois de viver na China durante quase 20 anos, vejo-me constantemente desafiado e “corrigido” por pessoas que nunca estiveram na China, que obviamente nunca leram nada de útil sobre o país e que podem nem sequer conhecer realmente uma única pessoa chinesa. No entanto, aparentemente, esta total falta de conhecimento não é um obstáculo à enorme quantidade de pontificações filosóficas sobre “o que realmente se passa na China”.

Geopolítica

Indudablemente que es ésta una declaración histórica de los cinco miembros permanentes del Consejo de Seguridad de la Naciones Unidas, todos poseedores de armas nuclares. Si es que no estamos equivocados, es la primera vez que se persigue “el progreso del desarme con el objetivo final de un mundo sin armas nucleares con una seguridad indisminuida para todos”. En medio de una situación realmente delicada, indudablemente que esta declaración es una buena noticia y es además un gran mérito de la Federación de Rusia, impulsora de la misma.

Nuclear War

Occidente hace sonar cada vez más fuerte los tambores de la guerra. En estos momentos el destino de la Humanidad está muy ligado a los acontecimientos que se van produciendo en los puntos más calientes, en los lugares de fricción, entre el arrogante y decadente imperio anglosionista y los países, especialmente Rusia, que lo desafían, con un poder militar que hoy es claramente superior en todos los planos. En este contexto, donde está en juego una guerra en gran escala que tiene altas probabilidades de hacerse nuclear, evitar la conflagración resulta más importante que ganarla. Los anuncios de una probable cumbre entre Putin y Biden son una buena noticia en medio de un campo minado. ¿Se podrá evitar el desastre? Sobre eso reflexiona el Saker ahora.

Rusia

Mudança de Valores Culturais

 Por LARRY ROMANOFF – September 19, 2020

Tradução: Leonardo 

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A maioria dos bens domésticos é produto de, e contém grande parte, da herança cultural e de valores de uma nação. Pode ser difícil encontrar muita cultura em uma caneta esferográfica, mas os bolos lunares chineses são todos cultura. Marcas e produtos que se tornam famosos, populares e até amados em uma nação ganham essa posição devido à herança cultural intrínseca neles embutida. Eles ressoam com a cultura, as tradições e os valores do povo. E na compra e venda do comércio internacional, essa miríade de produtos cruza os oceanos e percorre os continentes do mundo carregando sua bagagem cultural, com essa bagagem descarregada em uma e outra nação e assimilada em parte ou no todo por essas sociedades em uma adoção consciente ou inconsciente de seus valores culturais inerentes.

Grande parte dessa bagagem cultural é neutra, pois não diminui os elementos culturais indígenas, mas pode ser adicionada, talvez até em um sentido positivo. Os ocidentais abraçaram os hashi, dim sum e corridas de barcos-dragão, enquanto os chineses abraçaram o Dia dos Namorados e os enfeites das decorações de Natal, mas essas são adaptações superficiais de costumes estrangeiros charmosos e atraentes que não substituem a cultura local e, de fato, as tradições culturais subjacentes nem mesmo são compreendidas, muito menos adotadas. Os americanos podem gostar de assistir a danças do leão chinesas e fogos de artifício durante um festival de ano novo chinês, mas são apreciados apenas por seu apelo visual colorido, com os valores embutidos eliminados, com a cultura e filosofia subjacentes sem significado. É semelhante ao Natal na China, apreciado apenas por seu apelo visual colorido e pela oferta de presentes para amigos, com as vastas tradições culturais e religiosas subjacentes eliminadas e irrelevantes. A inserção desses itens em uma cultura local é apenas superficial e tem sido realizada instintivamente pela sociedade local de uma forma não intrusiva, que não causa danos e não pretende substituir a cultura local.

Valores e atitudes estrangeiras às vezes são adotados localmente se forem reconhecidos pela população como superiores de alguma forma ou oferecedores de utilidade prática adicional. O ioga pode ser um exemplo de um produto estrangeiro adotado voluntariamente por pessoas de muitas culturas, e pelo menos incorporando parcialmente a filosofia e os valores subjacentes, um processo realizado por assimilação natural em vez de promoção. O mesmo ocorre com a adoção da Medicina Tradicional Chinesa no Ocidente. Mas a entrada de empresas estrangeiras nos mercados de uma nação também contém riscos, pois esses elementos culturais possuem uma capacidade poderosa de alterar e controlar os valores sociais domésticos, muitas vezes de forma prejudicial. Como tantas vezes dizemos, ‘o diabo está nos detalhes’, neste caso no marketing.

Existem três grandes diferenças entre a bagagem cultural americana, os valores embutidos nos produtos americanos e os de outras nações. A primeira é que os valores culturais americanos são falsos. Eles não existem na vida real, mas, como já vimos, são simplesmente ideais utópicos que não têm qualquer relação com a realidade do mundo dos Estados Unidos. A segunda é que os valores americanos são fortemente politizados, com base nos mitos fabricados que sustentam a vasta ideologia político-religiosa americana. A terceira é que eles são predatórios, agressivos e beligerantes.

Os valores culturais nos produtos americanos não são apenas falsos e profundamente políticos, mas estão em uma espécie de missão de ‘busca e destruição’. Eles não ingressam em outras nações, 3…mas as invadem como um vírus, com a intenção de genocídio. Os americanos não promulgam suas crenças culturais para compartilhá-las com você, mas querem que a cultura e as crenças deles substituam as suas. Eles querem que você rejeite suas crenças, sua cultura e valores, e adote os deles, incluindo as idéias claramente falsas da supremacia e superioridade moral americanas, que são embutidas nos valores culturais de cada produto, política e sistema americano.

Os americanos estão tão imersos na crença em sua superioridade natural e excepcionalismo divino que se recusam a aceitar a validade ou mesmo o direito de existência de outras culturas. Essas convicções falsas e profundamente implantadas, combinadas com sua beligerância natural e totalmente infectadas com uma superioridade moral evangélica primitiva e distorcida, resultam não apenas em um desprezo aberto por outras culturas, mas em uma determinação temerária e até religiosa de eliminá-las. Por causa de sua intensa doutrinação e programação político-religiosa, os americanos simplesmente não podem tolerar uma cultura ou um sistema político-econômico diferente do seu e, em termos simples, converterão ou matarão qualquer coisa diferente deles. O conceito de “viver e deixar viver” não existe nos corações e mentes dos americanos ao lidar com o mundo fora de suas próprias fronteiras. O comércio americano e a religião americana são igualmente predatórios, igualmente agressivos e tão ávidos por conquistar e colonizar quanto os militares americanos.

China

Si lo haces tú, es Espionaje.
Si lo hago yo, es Investigación.

Larry Romanoff,  10 de Agosto, 2020

Traducción: PEC

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A finales de los 50 y principios de los 60 hubo una serie en la televisión americana llamada “La Ciudad Desnuda“, ambientada en la ciudad de Nueva York. El inicio de cada episodio comenzaba entonando las palabras: “Hay ocho millones de historias en la Ciudad Desnuda”. Esta es una de ellas”. Bueno, probablemente haya 8 millones de historias de espías americanos que han tenido lugar en China durante las últimas décadas. Aquí hay dos de ellas.

Introducción

Hace varios años se informó de que el Pentágono estaba construyendo una red internacional de espionaje que podría llegar a ser aún más grande que la de la CIA, planeando tener al menos 1.600 “recolectores de información” repartidos por todo el mundo. Además de los agregados militares y otros que no trabajan de manera encubierta, más operativos clandestinos que serían entrenados por la CIA y desplegados en el extranjero para llevar a cabo tareas que la CIA no estaba dispuesta a realizar. Se confirmó debidamente que China estaba entre las principales prioridades de la inteligencia del Pentágono, lo que reflejaba la afinidad americana con el espionaje y la acción encubierta, pruebas que ya no necesitamos. Hay americanos frecuentemente reclutados por la CIA o el ejército de los EE.UU. para el servicio de espionaje en China, operando con la ayuda del Departamento de Estado de los EE.UU.

Las autoridades chinas suelen detener a extranjeros que se encuentran en China, aparentemente actuando de forma independiente, por realizar estudios y cartografías ilegales y por marcar la ubicación de instalaciones militares y de otros enclaves. Sólo en los últimos años se han detectado casi 40 casos ilegales de prospección y cartografía en China, en su mayoría en los alrededores de algunas bases e instalaciones militares de China, y en zonas fronterizas sensibles como Xinjiang y el Tíbet, datos que casi con toda seguridad se utilizan para planificar los disturbios patrocinados por extranjeros que se producen en esas provincias.

En un caso reciente, se encontró a un ciudadano americano utilizando dos receptores profesionales de GPS de topografía y cartografía en los que había registrado más de 90.000 coordenadas, 50.000 de ellas cerca de instalaciones militares. Viajó a XinJiang con el pretexto de registrar una agencia de viajes para ofrecer tours al aire libre a los extranjeros en Urumqi, y claramente estaba allí por encargo del gobierno de los EE.UU. cuando fue capturado. Esta es la razón por la que el servicio de mapas de Google fue cerrado en China. Google se ocupaba de recolectar inteligencia en alta resolución para la CIA, de nuevo con imágenes de áreas militares sensibles.

Es ampliamente conocido en China que literalmente miles de empleados de la Embajada de los EE.UU. en Beijing y en sus diversos consulados están involucrados en actividades que son claramente de espionaje. Esta fue la razón por la que el gobierno chino optó por el cierre del consulado de los EE.UU. en Chengdu. Las autoridades chinas habían denunciado repetidamente a la Embajada y al Gobierno de los Estados Unidos que el personal en Chengdu estaba involucrado en actividades “no acordes con sus designaciones diplomáticas”. Esto es un eufemismo chino.

A los medios de comunicación estadounidenses les gusta acusar a los chinos de “ver una conspiración a la vuelta de cada esquina”, pero estos acontecimientos son suficientes en número como para justificar la preocupación de China, estos mismos medios se olvidan de señalar que cualquiera que recogiera cientos de miles de coordenadas GPS cerca de bases militares americanas tendría un futuro muy corto.

Coca-Cola

La compañía Coca-Cola siempre ha estado involucrada en el espionaje para el ejército de los EE.UU. y el Departamento de Estado.[1]  Curiosamente, ni el sitio web de la compañía Coca-Cola ni Google tienen conocimiento de esto, y el Departamento de Estado no tenía a nadie disponible para discutir esto conmigo. Desde al menos los años 40, cuando la compañía establecía plantas embotelladoras en un nuevo país, los espías de la OSS o de la CIA eran enviados automáticamente como parte del personal. No era ni siquiera un secreto: cuando el Senado de los EE.UU. celebró sus famosas audiencias sobre el Irán-Contra en 1987, el vínculo entre la CIA y Coca-Cola quedó totalmente expuesto.

China

Movamos los Postes de la Portería.
La Confrontación entre Estados Unidos y China

Por Larry Romanoff, 6 de Febrero, 2020

Traducción: PEC 

As US-China confrontation gains ground, Transatlantic partners face difficult choices | ORF

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La idea de “mover los postes” es una estrategia peculiarmente americana para garantizar que Estados Unidos siempre gane. Para conseguirlo, o se mueven los postes de la portería a una posición de introducir el balón, independientemente de la mala puntería, o se los aparta de la trayectoria del chute bien colocado del adversario para que no marque. Este movimiento suele ir acompañado de cambios repentinos en las reglas o en el método de llevar la puntuación, todo ello diseñado para “nivelar el campo de juego” y asegurar que Estados Unidos gane.

En 2012, China presentó más patentes en todo el mundo que Estados Unidos, pero lamentablemente las patentes chinas eran malas mientras que las americanas eran buenas, porque las patentes americanas están hechas para la libertad y la democracia, mientras que las chinas son sólo para el dinero. Los americanos admitieron que China había superado a EE.UU. en solicitudes de patentes, pero luego añadieron que “sin embargo, la calidad de las patentes de China es a menudo discutida”, la acusación sirvió una vez más como prueba. La “calidad” se define en parte como las nuevas invenciones en contraposición a los perfeccionamientos, y por curiosas métricas como la “influencia”, el “alcance global” y el número de veces que se cita una patente en una publicación. Así que los americanos se apresuran a citar las patentes de los demás en todas las publicaciones americanas, lo que mágicamente aumenta en gran medida su creatividad e innovación, y Estados Unidos sigue ganando. No parece haber casi ninguna reivindicación demasiado vacía como para que los americanos no la planteen.

Durante años, Estados Unidos denigró a China por tener pocos superordenadores en la lista de los 500 mejores. Entonces, los ingenieros chinos construyeron muchos ordenadores más rápidos, y de repente tuvieron más en la lista de los 500 mejores que los americanos. Así que Estados Unidos cambió las reglas del juego y los americanos siguieron ganando, porque ninguna de las máquinas chinas era tan rápida como las mejores construidas en Estados Unidos. De repente, un día, China presentó un nuevo superordenador que era el doble de rápido que el mejor de Estados Unidos, así que los postes se movieron y se denigró a China por el uso de microprocesadores extranjeros (es decir, americanos), por lo que su logro no contaba. Aceptando el reto, los ingenieros chinos produjeron entonces un nuevo superordenador que utilizaba una CPU diseñada y construida en China, así como software exclusivamente chino, y que era cinco veces más rápido que el mejor que podía hacer Estados Unidos. Así que los americanos volvieron a desplazar la meta con la recién alcanzada “supremacía cuántica” de Google, que puede hacer en un segundo lo que los mejores superordenadores requerirían 10.000 años.

China

Los Factores que hay detrás del Proyecto de Ley de Extradición entre Hong Kong y China

PorLarry Romanoff,  21 de Enero, 2020

Traducción: PEC 

Carrie Lam was forced to shelve the bill indefinitely after it provoked some of the biggest demonstrations since the handover of Hong Kong from Britain to China more than 20 years ago

Las protestas de 2019 en Hong Kong fueron provocadas por el intento de Carrie Lam de aprobar un proyecto de ley de extradición entre Hong Kong y China continental. No está claro si esto se hizo a petición de Pekín (que creo que sí) o por iniciativa propia de Lam, pero los medios de comunicación occidentales omitieron algunos detalles importantes.

  1. Todas las naciones tienen acuerdos de extradición entre estados y provincias. La razón es que si alguien comete un delito en Nueva York y luego huye a Virginia, la policía de Nueva York no tiene autoridad en ese estado y no puede simplemente cruzar la frontera para buscarle y detenerle. Para ello deben recurrir a las fuerzas de seguridad locales. De ahí los acuerdos de extradición.
  2. China tiene varias buenas razones para querer estos acuerdos con Hong Kong.

(a) No son pocos los empresarios o funcionarios de la China continental que han malversado dinero y luego han huido a Hong Kong para vivir la buena vida sin temor a ser repatriados. Es comprensible que China quiera que esos individuos sean devueltos a su país para ser juzgados.

(b) Un problema similar, y tal vez mayor, es que no pocos residentes de Hong Kong (a menudo americanos o británicos, pero también hongkoneses nativos) han viajado al continente, han cometido un número bastante elevado de delitos imaginativos y no tan imaginativos, y luego han huido de vuelta a Hong Kong, de nuevo fuera del alcance de la policía de la China continental.

China

Gente Binaria en un Mundo Analógico. ¿Qué es un “Entorno Autoritario”? China versus Occidente

Por Larry Romanoff, 31 de Diciembre, 2019

Traducción: PEC

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Un día, en Roma, le pregunté a un policía: “¿Está bien si aparco mi coche aquí, bloqueando parcialmente la entrada de emergencias del hospital? Sólo quiero cruzar la calle para tomar un café durante unos minutos”. Y me dijo: “Claro, pero deje las llaves puestas por si tengo que moverlo rápidamente”.

Italia no tiene fama de ser un entorno autoritario. Es muy interesante observar a los americanos, y de hecho a todos los de las sociedades occidentales políticamente conservadoras de derechas como Canadá, el Reino Unido y Australia, condenar alegremente a otras naciones como “autoritarias”, cuando Estados Unidos es, con diferencia, el país más autoritario del mundo, exceptuando sólo unas pocas teocracias como Arabia Saudí e Israel. Los americanos condenan a las naciones políticamente de izquierdas y socialistas como autoritarias, cuando en realidad son la antítesis del autoritarismo, y donde la mentalidad autoritaria sólo florece en una sociedad de derechas basada en la religión. Sólo estos lugares y pueblos que viven en un mundo en blanco y negro son autoritarios por definición. El hecho de que los americanos tengan este entendimiento exactamente al revés se debe en un 50% a la programación de la propaganda y en un 50% a la ignorancia local.

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Estatísticas Económicas dos EUA: “Números pouco fiáveis”

Por Larry Romanoff, 10 de Novembro de 2019

Traduzido em exclusivo para PRAVDA PT

O governo dos EUA e os meios de comunicação ocidentais gostam de acusar a China de elaborar números não fiáveis, mas é largamente reconhecido que não existem estatísticas económicas nacionais no mundo tão deliberadamente não fiáveis e enganadoras como as dos EUA. No entanto, uma outra característica da Grande Transformação foi a capacidade inovadora do governo dos EUA de elaborar estatísticas que elevaram a desinformação económica a uma forma de arte.

  • O desemprego é superior ao dobro do valor oficialmente declarado,
  • A inflação é mais elevada do que o triplo declarado, e
  • O PIB é inferior a dois terços dos números publicados.
  • O mesmo aplica-se às estatísticas sobre salários, habitação e muito mais.

Muitos investigadores publicaram estudos que demonstram, que as estatísticas económicas oficiais dos EUA, em quase todas as áreas, são muito distorcidas a fim de pintar um quadro positivo completamente diferente da realidade.

Como observou um comentador:

“Os números de postos de trabalho são fraudulentos, a taxa de desemprego é enganadora, as medidas de inflação estão subavaliadas e a taxa de crescimento do PIB é sobreavaliada. Os americanos vivem numa matriz de mentiras”.

Com os meios de comunicação social, que controlam a narrativa, em consonância, poucos americanos têm qualquer ideia do verdadeiro estado da sua economia ou das consequências pessoais destas manipulações estatísticas.

PIB

Não é preciso ser economista para apreciar as dificuldades na comparação das taxas nacionais do PIB, nem as oportunidades de engano na sua compilação.

Como exemplo, se os nossos dois países e as nossas economias são idênticas, mas o seu tem uma taxa de divórcio mais elevada, as taxas legais e outros custos do processo de divórcio serão adicionados à produção económica do seu país e o seu país terá um PIB mais elevado. O que não significa que as pessoas sejam mais ricas, nem que o seu país seja um lugar melhor para se viver. Da mesma forma, se o seu país for tão raivosamente litigioso como os EUA, todos os biliões de custas judiciais dos processos jurídicos serão adicionados ao PIB. Mas, mais uma vez, não significa que a população seja mais rica. De facto, à excepção dos advogados, todos são mais pobres e quase de certeza, não é um lugar melhor para se viver.

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Una de las grandes ventajas de viajar en tren en comparación con el avión es el ahorro de tiempo. Un vuelo en la mayoría de los países implica normalmente un viaje de una hora al aeropuerto, con el requisito de llegar al menos una hora y media antes de la salida. A la llegada, siempre está la aparentemente larga espera para desembarcar, el largo paseo hasta los carruseles de equipaje o las salidas, y luego el viaje de una hora o más al centro de la ciudad.

Si tenemos en cuenta el trayecto y el tiempo necesario antes de la salida para facturar y pasar el control de seguridad y los 2 km de camino hasta la puerta de salida, y luego los retrasos posteriores a la llegada y el trayecto hasta el centro de la ciudad en nuestro destino, el tren es igual que el avión en viajes de hasta 1.200 o incluso 1.500 km, y mucho más rápido que el avión en viajes más cortos. No sólo es mucho más rápido, sino también más barato que el avión. La frecuencia de las salidas, al menos entre los principales centros de China, es asombrosa: la ruta Shanghái-Pekín tiene unos 75 u 80 trenes HSR de ida y vuelta cada día, que a menudo salen con sólo 10 minutos de diferencia.

En China, las estaciones de tren están en el centro de la ciudad, por lo que el desplazamiento es mínimo, llegando a la estación con el equipaje en la mano sólo 20 o 30 minutos antes de la salida. No hay proceso de “facturación” como en las aerolíneas, sólo el habitual control de seguridad y los escáneres de equipaje al entrar en la estación, donde se puede pasar el tiempo en cómodas salas de espera o simplemente encontrar el andén correcto y subir al tren. Aunque muchas estaciones son enormes, las distancias a pie son normalmente mucho más cortas que en la mayoría de los aeropuertos.

World's first 600 km/h high-speed maglev train rolls off assembly line

Otra ventaja del viaje en tren es su considerable comodidad y confort, siendo los trenes muy superiores en ambas categorías, con una ausencia de presión y aprehensión de tiempo. Los trenes eliminan la mayoría de los elementos desagradables del viaje en avión, con el atractivo de poder ver el campo; desde un avión, no vemos nada. En un avión, nos vemos obligados a cumplir un horario rígido: la hora de tomar un café o una comida, la hora de cerrar las cortinas de las ventanas y oscurecer la cabina para que el personal pueda descansar. Si el carrito de la comida está fuera, no puedes levantarte para pasear o ir al baño. Todo parece regulado y bajo presión. Abandonar el asiento suele ser un gran inconveniente. En cambio, en un tren eres libre de hacer lo que quieras. El equipaje está accesible en cualquier momento, los carros de comida pasan regularmente, el vagón restaurante siempre está ahí, los asientos tienen el doble de espacio para las piernas, los pasillos son lo suficientemente amplios para acomodar a los pasajeros, todo es mucho más relajado, agradable y placentero.

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