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Llamando a todos los Cosmólogos

Por Larry Romanoff, May 08, 2022

Traduce Andeléi

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La foto es del escritorio en mi computadora de hoy. (Cambia todos los días).

La imagen es parte de La Vía Láctea, nuestro hogar. Pero lo sorprendente es que (con algunas excepciones) cada uno de esos pequeños puntos de luz no es una estrella, sino otra galaxia. Ver esto a través de un gran telescopio y darse cuenta de la inmensidad del universo es una experiencia impresionante, por decir lo menos.

Los astrónomos, físicos y cosmólogos de hoy están ocupados produciendo teorías sobre el origen del universo, preocupándose por el Big Bang y la posterior creación de los elementos. Pero hay dos elementos que no abordan, que me parecen los más importantes de todos:

  1. Se supone que el universo es la suma total de toda existencia, todo lo que es. Por definición, no hay nada más allá. Pero se nos dice que este universo se está expandiendo más o menos uniformemente en todas las direcciones, aparentemente a la velocidad de la luz o algo así. Suponiendo que esto sea cierto, quiero saber ¿EN QUÉ se está expandiendo el universo?
  1. Los físicos están retrocediendo cada vez más en el tiempo, en “el origen del todo”, por así decirlo, ahora aparentemente determinando con precisión lo que sucedió en el primer segundo después del Big Bang. Pero no me importa mucho lo que pasó en el primer segundo después del Big Bang. Quiero saber qué pasó en el ÚLTIMO SEGUNDO ANTES del Big Bang.

¿Hay alguien interesado en responder?

Carta Abierta

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Las vacunas contra el Covid y las jeringuillas voladoras contra el Zika – por Larry Romanoff

Título original: COVID Vaccinations and Oxitec’s “Flying Syringes” — April 17, 2022

Published 22/04/2022 · Updated 19/04/2022

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El programa de vacunación universal obligatoria, con pretexto del Covid, es un nuevo paso experimental, en la línea de la producción de mosquitos transgénicos para que inoculen a poblaciones enteras con productos esterilizantes; en el caso de la campaña mediática para asustar a las mujeres brasileñas con el Zika, el logro principal fue un aumento fantástico de abortos; un país se está salvando del programa de esterilización mediante la vacuna Covid: Israel, donde seguramente se ha inyectado a la población con lotes “placebo” (ya empiezan a aparecer las estadísticas correspondientes). Hay motivos para suponer que Ucrania es la sede de unidades de producción de insectos y aves contaminantes, con destino a Rusia.

ZIKA Sudamérica, 2015

Geopolítica

Nações Construídas sobre Mentiras

Como os EUA se Tornaram Ricos

Volume 1 – Parte 4

Nations Built on Lies – How the US Became Rich

CHINESE ENGLISH POLSKI  PORTUGUESE   SPANISH

© Larry Romanoff, October, 2021

Parte 4 – Roubo e Cópia da Propriedade Intelectual  (Parte B)

Parte 1 de 6

Parte 2 de 6

Parte 3 de 6

Parte 4A de 6

Parte 4B de 6

Conteúdo da Parte 4 (Dividido em Parte A, B, C, D)

Parte A

O Grande Roubo Internacional

As Apreensões da Primeira Guerra Mundial

Parte B

Operação Paperclip – Segunda Guerra Mundial

Parte C

Retrospectiva da América

E o vencedor das “Olimpíadas da Plagiação’ é:

Uma Nação de Foras-da-lei

Uma Lição Trágica

Parte B

Operação Paperclip

O Maior Roubo de Propriedade Intelectual da História 

A Operação Paperclip contém várias partes que irei discutir separadamente. Brevemente e na sequência do grande sucesso após a Primeira Guerra Mundial, o objectivo geral inicial da Operação Paperclip e da sua operação progenitora Overcast, era pilhar ao máximo, a Alemanha de todo o seu conhecimento científico e industrial. O plano original era roubar documentos e, sempre que possível, amostras de trabalho, mas a profundidade e amplitude do conhecimento industrial alemão revelaram-se demasiado complexas para serem compreendidas de forma útil a partir de um simples exame de documentos. Apesar do imenso espólio de conhecimentos científicos, técnicos e industriais confiscados na Alemanha, os EUA não conseguiram beneficiar devido à falta de ‘know-how‘. Tornou-se rapidamente evidente, que o processo exigiria um amplo debate entre cientistas e técnicos alemães para obter conhecimentos de trabalho adequado sobre a teoria e sobre os processos industriais e científicos alemães. Esta compreensão levou imediatamente à criação de vastos campos de internamento que continham todos os cientistas e técnicos que os americanos poderiam levar sob prisão, antes da chegada dos russos e de outros, onde estas pessoas poderiam ser interrogadas ao longo do tempo. Quando se tornou visível que a pilhagem e o interrogatório seriam insuficientes, a Operação Overcast transformou-se na Operação Paperclip, que envolveu a transferência forçada de inúmeros milhares destes mesmos indivíduos para os EUA.

Geopolítica

Putin contra todas las cabezas de la hidra – por Larry Romanoff

Título original: Ukraine: Putin, the Pope, and Wayne Gretzky

Published 07/03/2022 · Updated 07/03/2022

Putin los puso a evidencia a todos.

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“Esta es la muestra mayor y la más chocante, de una avalancha mediática de invectivas viciosas, controlada centralmente hasta un punto inédito”.

Me hice ese comentario después de leer miles (y no estoy exagerando: digo y quiero decir miles) de artículos en todos los medios de comunicación del mundo occidental sobre Kamila Valieva y Rusia en los Juegos Olímpicos. Pero de pronto Kamila pasó a un segundo plano, sustituida por Vladimir Putin y Rusia (de nuevo).

Como antecedente, suelo leer 30 o más publicaciones al día, en 15 o 20 países, para enterarme de lo que dicen los distintos países sobre temas importantes, y guardo todas las páginas web con contenido útil. Con estos ataques occidentales a Rusia, dejé de hacerlo. Lo he hecho durante muchos años, pero en este caso ya no podía soportar la basura que estaba leyendo, y lo dejé.

La intensidad de los ataques a Rusia es impresionante. Los informes falsos y tergiversados están alcanzando nuevas cotas de deshonestidad, y la gama de artículos reunidos para “castigar” a Rusia habría superado los límites de mi imaginación hace tan sólo una semana. Observando todo el panorama, es obvio que todo esto está siendo estrechamente orquestado desde una fuente central, los sospechosos habituales que más se benefician de todas las guerras, pero es asombroso ver lo salvajes que son y lo inútiles que deben ser muchas de sus acciones. Parece casi una desesperación por infligir dolor, por muy trivial que sea, y para dar la impresión de un consenso internacional orientado las ganas de infligir dolor. Algunas de las acciones occidentales son graves, otras casi cómicas y otras absolutamente ridículas. He intentado darles aquí una pequeña muestra de lo que he recogido. El hilo conductor de todo ello es la intensidad de los ataques y las mentiras que se dicen.

Geopolítica

Na Suécia, a Amada COVID-19,Tornou-se Indesejada

Por Larry Romanoff, April 12, 2022

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“A abordagem sueca ao surto de Covid foi um fracasso. É o que sobressai do primeiro estudo científico sistemático sobre a estratégia da Suécia respeitante à gestão da pandemia, realizado dois anos após as primeiras infecções e publicado em Humanities & Social Sciences Communications through Nature.com”. (1)

Não há muito tempo, muitos observadores mal informados, incluindo alguns deste website, eram excessivamente lisonjeiros (elogios gratuitos e motivadores num grau vergonhosamente excessivo) nos seus elogios à Suécia, como modelo de tratamento eficaz e racional contra a pandemia do COVID-19. No entanto, como dizemos, “Não acaba senão quando acabar”.

Bem, agora está mais ou menos acabado e a Suécia tem sido condenada firmemente em praticamente todos os aspectos da sua manipulação do coronavírus. A ladainha de pecados da Suécia, a este respeito, é quase demasiado longa para ser enumerada, mas inclui incompetência, desrespeito imprudente pela ciência médica, secretismo, falta de transparência, encobrimento, manipulação de dados, destruição de provas, eutanásia, maus tratos médicos chocantes, sentenças de morte deliberada de idosos e de doentes, actos criminosos e muito mais. São todos estes, em adição ao facto de uma política falhada, que parece ter sido orientada principalmente pela incompetência.

Estas conclusões são o resultado de um estudo abrangente feito por cientistas de universidades da Bélgica, Suécia e Noruega, considerado como sendo um “grupo multidisciplinar com formação em epidemiologia, medicina, estudos religiosos, história, ciência política e direitos humanos”. O estudo não foi superficial ou trivial. O grupo tentou recolher todas as comunicações, emails, notas de reuniões internas e toda a informação envolvendo os processos suecos de decisão. O grupo de estudo foi assistido por um órgão consultivo separado, composto por “peritos nacionais e internacionais independentes” e, no final,  foi submetido a uma revisão por especialistas equivalentes. Nem tudo foi fácil; o grupo de estudo foi obrigado, frequentemente, a recorrer às leis de Liberdade de Informação para obter os dados necessários e, mesmo assim, descobriu que muita informação estava simplesmente a ser retida e, em muitos casos, a ser apagada ou destruída para impedir a sua divulgação.

Pandemia COVID19

Nações Construídas sobre Mentiras

Como os EUA se Tornaram Ricos

Volume 1 – Parte 4

Nations Built on Lies – How the US Became Rich

CHINESE   ENGLISH   POLSKI   PORTUGUESE   SPANISH

© Larry Romanoff, October, 2021

Parte 4 – Roubo e Cópia da Propriedade Intelectual

Parte 1 de 6

Parte 2 de 6

Parte 3 de 6

Parte 4 de 6

Conteúdo da Parte 4 (Dividido em Parte A, B, C)

O Grande Roubo Internacional

As Apreensões da Primeira Guerra Mundial

Operação Paperclip – Segunda Guerra Mundial

Retrospecção da América

E o vencedor das “Olimpíadas da Plagiação’ é:

Uma Nação de Foras-da-lei

Uma Lição Trágica

Parte A

O Grande Roubo Internacional

Um assunto deliberada e cuidadosamente apagado e arejado do registo histórico americano, envolve as enormes apreensões dos haveres da Alemanha após ambas as Guerras Mundiais. Tendo sido forçada a entrar em guerras que não queria, guerras destinadas principalmente a realizar a sua destruição permanente, a Alemanha foi inconscientemente saqueada de todos os seus haveres e bens que possuía no estrangeiro após a Primeira Guerra Mundial e de todo o seu património no estrangeiro e da maioria do seu espólio nacional após a Segunda Guerra Mundial e, em ambas as ocasiões, de toda a sua Propriedade Intelectual (IP – Intellectual Property), invenções, patentes e praticamente toda a base de conhecimentos da nação. Após a Primeira Grande Guerra, só os EUA confiscaram bem mais de um bilião de dólares de propriedade privada e inúmeros biliões, após a Segunda Grande Guerra. Durante a Primeira Guerra  Mundial, os EUA também internaram e deportaram muitos milhares de alemães [que viviam nos EUA], sendo quase todos eles, cidadãos americanos. Aqui está parte dessa história.

As Apreensões da Primeira Guerra Mundial

Durante a Primeira Guerra Mundial, o governo americano apreendeu todos os bens nos EUA em que havia interesses alemães (1) (2) (3) (4), incluindo todos os bens empresariais e individuais e quaisquer bens cuja propriedade pudesse ter sido atribuída quer ao governo alemão, quer aos governantes políticos alemães, quer mesmo à classe da elite do país. Esta política não estava de modo algum limitada aos activos da Alemanha apenas nos Estados Unidos, nem estava limitada à Alemanha. A posição do governo dos EUA era que todos os bens da Alemanha a nível mundial, estavam disponíveis para confiscação, em todas as nações onde empresas ou indivíduos alemães detinham propriedades ou bens de qualquer tipo (5). Por conseguinte, todos os bens mundiais deveriam ser confiscados e o produto deste saque pago ao Tesouro dos EUA. Eles aplicaram esta política a muitas nações, incorporando nos tratados do pós-guerra este direito do conquistador saquear e pilhar todas as nações. Em termos simples, o Ocidente, liderado pelos EUA que, por sua vez, era liderado pelos seus controladores bancários europeus, consagrou como lei o seu “direito” de confiscar todos os bens e propriedades internacionais (mundiais) dos governos, das empresas e dos indivíduos da Alemanha e dos seus aliados. E confiscaram-nos. Muitas autoridades internacionais respeitadas opuseram-se violentamente a esta política, alegando que o confisco da propriedade inimiga não só era moralmente errado, como era também contrário a todos os estatutos e tradições do Direito Internacional. As suas reivindicações foram ignoradas.

O advogado judeu-americano, Seymour J. Rubin, escreveu que era “claro e convincente que, por razões de justiça” um vitorioso ou um conquistador deveria confiscar todas os haveres e bens dos vencidos. Vale a pena compreender a lógica defendida pelo Sr. Rubin e, subsequentemente, adoptada como lei pelos EUA e aplicada a nível mundial como sendo uma vingança. Num tratado não datado, mas posterior a 1950, do governo dos EUA, Malcom S. Mason delineou a posição de Rubin da seguinte maneira: “Os investimentos no estrangeiro já não são propriedade privada. Um país utiliza os investimentos externos dos cidadãos nacionais como um instrumento da política nacional”. Um advogado judeu-holandês aparentemente concordou com Rubin, afirmando que “o proprietário privado não passa hoje em dia, de um administrador em nome do seu governo”, acrescentando que todos os governos, mas especialmente a Alemanha, “estabelecem controlos governamentais sobre o investimento externo que desnaturam completamente o seu carácter ostensivamente privado”. Estes senhores acrescentaram ainda que “As tradições que cresceram em relação aos investimentos privados do inimigo foram estabelecidas quando a propriedade significava algo diferente do que significa hoje e quando a guerra significava algo diferente do que significa hoje”.

Geopolítica

Algumas Coisas que Talvez Devessem Saber Sobre a China

      por Larry Romanoff, March 28, 2022

1960 — A força de trabalho rural voltou a sua atenção dos campos para as fábricas

Os membros das milícias marcham em formação, passando pela Praça Tiananmen, durante o desfile militar que assinalou o 70º aniversário da fundação da República Popular da China, no seu Dia Nacional, em Pequim, China, em 1 de Outubro de 2019. (Foto: Thomas Peter/Reuters)

CHINESE   ENGLISH   PORTUGUESE

Parece que sempre surge o tema da China, somos inundados com as observações, afirmações e conclusões mais espantosas, as quais, quase todas, parecem vir do Espaço Exterior. É óbvio que não pode haver outro assunto, neste planeta, sobre o qual tantas pessoas estão tão surpreendentemente mal informadas e chegam às conclusões mais irrealistas.

Temos um ditado que diz, que depois de passar um mês na China, pode-se escrever um livro; depois de um ano na China, pode-se escrever um capítulo; após cinco anos pode-se escrever um parágrafo, e depois de cinco anos pode-se escrever uma nota num cartão postal – sobre a comida. Esse ditado tornou-se quase uma lenda urbana, mas essencialmente, é verdadeiro. Ainda me lembro do dia em que, ao descer uma rua no centro de Shanghai, depois de ter estado no país durante cerca de um mês, experimentei uma ilusão de tal clareza extrema que disse para mim mesmo: “Podia escrever um livro sobre este lugar”. Não consigo explicar os processos mentais ou sociológicos que se combinam para causar esta ilusão inicial de compreensão e clareza, nem as forças que tão efectiva e progressivamente a desmontam para uma condição em que, quanto mais tempo passamos na China, menos a compreendemos.

E, no entanto, depois de viver na China durante quase 20 anos, vejo-me constantemente desafiado e “corrigido” por pessoas que nunca estiveram na China, que obviamente nunca leram nada de útil sobre o país e que podem nem sequer conhecer realmente uma única pessoa chinesa. No entanto, aparentemente, esta total falta de conhecimento não é um obstáculo à enorme quantidade de pontificações filosóficas sobre “o que realmente se passa na China”.

Geopolítica

Uma Teoria sobre a pandemia do COVID-19 que não posso provar

Por Larry Romanoff, March 14, 2022

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Como cenário, ao que tudo indica, o súbito aparecimento deste vírus – inicialmente epidémico e depois, à primeira vista, pandémico – suscitou as minhas suspeitas desde o primeiro dia. Em resposta a estas dúvidas, acompanhei e documentei todos os desenvolvimentos desde o Dia Um.

Primeiro, registei as datas em que cada país anunciou a sua primeira infecção interna (natural), as que não eram provenientes de viagem de regresso da China ou para este país, não resultantes de contacto externo. Tratava-se de infecções locais que não tinham qualquer ligação com a China nem com viagens ao estrangeiro; assim, por definição, tiveram origem no interior do país. Assinalei também os locais específicos destas infecções ‘internas’ dentro de um país, em todos os casos em que esta informação estava disponível. Procurei, especialmente, todos os casos com contágios em múltiplos locais, sobretudo onde estes surtos eram simultâneos.

Anotei, igualmente, se alguma dessas nações foi capaz de identificar um paciente zero: nenhuma delas conseguiu. Tanto quanto sei, nenhum país foi capaz de identificar um paciente zero e encontrei poucas provas de que qualquer país, excepto a China, tivesse sequer tentado essa pesquisa. A Itália foi uma excepção determinada, mas houve poucos países que o fizeram. Os EUA, em particular, ignoraram essa possibilidade e recusaram-se a discuti-la.

Finalmente, tendo começado desde o primeiro dia, cataloguei a nova contagem de infecções e mortes diárias por país, em aproximadamente 125 dos países mais desenvolvidos. Sempre que possível, recolhi os dados em bruto das fontes originais, apoiado em websites como o Worldometers e outros e, durante mais de dois anos, inventariei todos os dias essas novas infecções e mortes, em ficheiros Excel.

Essa recolha de dados persistente e durante um longo prazo, forneceu o que eu chamaria “uma sensação razoável” do que tem ocorrido e do que acontece ainda hoje. Sobretudo, acredito ser verdade que a familiaridade com esses dados e com as suas alterações diárias permite ver anomalias nos dados, bem como acontecimentos que não seriam visíveis a um observador ocasional. Além de que, o registo e a classificação desses dados por continente, tornam evidentes algumas tendências importantes que, de outra forma, poderiam não ser óbvias.

Geopolítica

Naciones Construidas sobre Mentiras

Volumen 1 – Cómo se Enriqueció Estados Unidos

Parte 5

Larry Romanoff, octubre, 2021

Traductor: PEC

Parte 5 – Robo de Activos y Delitos Financieros

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Contenido Parte 5

El Botín de Guerra

El Lirio de Oro de Japón

La Isla del Tesoro

El Gran Robo de Oro – Parte I – La FED de EE.UU.

El Gran Robo de Oro – Parte II – Citibank

Ley de Compra de Oro de EE.UU. de 1933

Ley de Compra de Plata de 1934

Dios Salve a la Reina

Mi Moneda, Pero tu Problema

El Banco Mundial y el FMI

El Botín de Guerra

Comencé una sección sobre la colonización describiendo a Irak como una cuna de civilización. Uno de los resultados de esa larga historia es la existencia de piezas arqueológicas, tesoros artísticos, pergaminos y otros objetos acumulados a lo largo de los siglos, muchos de ellos de gran valor económico pero también de inmensa importancia histórica. La mayoría han desaparecido. Las tropas estadounidenses saquearon la mayor parte del país, y hoy muchos museos iraquíes están completamente vacíos. Los objetos de valor y las piezas arqueológicas fueron robados no sólo de los museos y las bibliotecas, sino también de los hogares. Irak fue saqueado en su totalidad. Las estimaciones publicadas afirman que durante las acciones de combate se robaron de los museos iraquíes de Bagdad, Mosul y otras ciudades al menos 200.000 objetos de arte y cultura, muchos de ellos de valor inestimable para la historia del mundo. El gobierno de EE.UU. afirma que sólo se trató de unas pocas acciones de canallas que desaprobaba, pero los hechos nos dicen lo contrario, y de hecho, muchos de esos objetos han aparecido en museos y colecciones privadas, en Israel, entre otros lugares.

En Alemania, tras la Segunda Guerra Mundial, Estados Unidos violó los solemnes acuerdos que había hecho sólo unos meses antes, cuando sus tropas entraron en la zona de ocupación soviética y robaron más de 100 toneladas de lingotes de oro y plata del Reichsbank, además de colecciones de arte y documentos soviéticos de valor incalculable. Algunas obras de arte fueron finalmente devueltas bajo la protesta soviética, pero el oro y la plata habían desaparecido de alguna manera. La Unión Soviética insiste en que Estados Unidos sigue conservando colecciones inestimables de arte soviético robado, una afirmación que Estados Unidos negó, pero luego fue sorprendido en una mentira cuando los investigadores descubrieron documentos que demostraban que Estados Unidos había conservado efectivamente una enorme cantidad de tesoros de arte, que para entonces habían desaparecido en colecciones privadas del grupo habitual de sospechosos. También hay informes documentados de que, al final de la Segunda Guerra Mundial, los militares estadounidenses vaciaron un tren de 24 vagones llenos de oro, plata y diversos caros objetos de arte cuyo valor se estimaba en muchos miles de millones en aquella época. Además, otros miles de millones de oro desaparecieron del Reichsbank más o menos en la misma época, y nunca han dado cuenta de ello.

Los detalles de los robos de tesoros en Europa son turbios y muy complicados, con demandas y contrademandas, siendo fácil y tentador negar las historias de búsqueda de tesoros sobre Alemania como cuentos exagerados de la guerra. Hoy en día (y durante los últimos 70 años) nos han inundado con historias de que los alemanes saquearon metales preciosos y obras de arte de valor incalculable en toda Europa, sobre todo a los judíos, pero hay mucho más en la historia que esto. Por un lado, después de que los judíos completaran su revolución bolchevique en Rusia en 1917, saquearon todo el país, empezando por todo el oro del banco central que fue enviado a los Estados Unidos como pago a Jacob Schiff por financiar la revolución. Pero Rusia fue saqueada de mucho más que el oro, ya que la clase media relativamente acomodada poseía miles de millones en metales preciosos, piezas arqueológicas y obras de arte de incalculable valor. La mayor parte de todo ello fue sacado del país, en gran parte hacia Alemania y Austria, cuando los bolcheviques fueron desalojados. Por lo tanto, es probable que gran parte de las obras de arte que los alemanes supuestamente saquearon a los judíos hubieran sido a su vez saqueadas de Rusia, y la falta de publicidad y de demandas posteriores se debe principalmente al hecho de que los bolcheviques masacraron a toda la clase media de Rusia en sus gulags, lo que significa que los propietarios originales estaban todos muertos y no quedaba nadie para reclamar. Aun así, las historias de tesoros europeos saqueados persisten hasta hoy, con nuevos hallazgos ocasionales, nuevos mapas del tesoro y más historias nuevas. Sin embargo, existe documentación que demuestra que los Estados Unidos y la FED saquearon efectivamente a Alemania al final de la guerra. Dados los hechos de la Operación Paperclip, esto no debería sorprenderle a nadie.

El Lirio de Oro de Japón

Sin embargo, hay otro asunto de saqueo, involucrando éste a Japón, que es un poco más siniestro y en una liga propia en términos de vencedores que reclaman el botín de guerra. Para empezar, debemos considerar algunos hechos aparentemente no relacionados.

El primero es que, en lo que respecta al conocimiento público de las atrocidades y los crímenes de guerra durante la Segunda Guerra Mundial, casi todo el mundo es consciente de los crímenes, reales e imaginarios, incluido el saqueo de oro y objetos de valor, cometidos por Alemania, pero casi nadie, especialmente el propio pueblo japonés, es consciente del amplio catálogo de atrocidades casi increíbles cometidas por los japoneses.

Estados Unidos Geopolítica